Chevrolet Captiva PHEV será produzido no Ceará e marca nova fase da GM no Brasil

Chevrolet Captiva PHEV será produzido no Ceará e marca nova fase da GM no Brasil

SUV híbrido plug-in será o primeiro modelo desse tipo da Chevrolet fabricado no país; produção está prevista para começar em novembro

A General Motors prepara uma nova etapa de sua estratégia de eletrificação no Brasil. O Chevrolet Captiva PHEV, SUV híbrido plug-in da marca, será produzido na Planta Automotiva do Ceará (PACE), em Horizonte, na Região Metropolitana de Fortaleza.

A fabricação deve começar em novembro de 2026, segundo o presidente da GM América do Sul, Thomas Owsianski. O modelo será o primeiro híbrido plug-in da Chevrolet produzido no Brasil.

Terceiro modelo eletrificado produzido no Ceará

O Captiva PHEV será o terceiro veículo eletrificado da Chevrolet a entrar em produção na unidade cearense em menos de um ano.

A fábrica já produz o Spark EUV e o Captiva EV, ambos elétricos. Com a chegada do novo modelo, a unidade passa a trabalhar com diferentes tecnologias de eletrificação.

SUV combina motor elétrico e gasolina

O Captiva PHEV combina um motor 1.5 a gasolina com um propulsor elétrico, entregando potência combinada de aproximadamente 204 cv.

Dependendo da configuração da bateria, o modelo pode percorrer uma distância significativa utilizando exclusivamente energia elétrica. A autonomia total anunciada para o conjunto supera os 1.100 km no ciclo chinês, embora os números brasileiros ainda dependam da homologação oficial.

Ceará ganha importância na estratégia da Chevrolet

A produção do Captiva PHEV reforça o papel da Planta Automotiva do Ceará na expansão dos veículos eletrificados da General Motors.

A unidade, instalada nas antigas instalações da Troller, vem sendo ampliada e poderá aumentar sua capacidade produtiva no futuro. A operação também já provocou crescimento no número de funcionários da fábrica.

Com o novo Captiva, a Chevrolet busca ampliar sua presença no mercado brasileiro de SUVs híbridos, segmento que vem ganhando espaço entre consumidores e montadoras.